Blog do Fumaça

Semanalmente utilizo este espaço para comentar assuntos relacionados ao futebol e ao esporte de modo geral.
Qualquer opinião ou sugestão escreva-me.

Torcedores virtuais e estádios cada vez mais vazios

Sempre ouvi dizer, desde os meus tempos de criança, que domingo era o dia do futebol”. Aliás, dia e horário, porque era praxe acompanhar partidas de futebol fosse por que campeonato fosse, as 3 e meia ou 4 da tarde. Direto na arquibancada, dentro do estádio e de preferência com o velho e bom radinho de pilha, grudado no ouvido para não perder nenhum lance.

O desmanche do incrível time do Santos já era previsto

O que mais se ouve nos últimos dias, por parte de analistas esportivos e torcedores comuns, é o desmanche do maravilhoso time do Santos, campeão paulista e da Copa do Brasil, e que encantou o mundo no primeiro semestre e resgatou a magia do futebol que há muito tempo o Brasil havia perdido.

Afinal o que é melhor no futebol: ganhar ou jogar bonito?

Após o ressurgimento do Santos, campeão paulista e da Copa do Brasil deste ano, voltando a ser aquele Santos que já encantou o país em outras oportunidades, ressurgiu também a velha discussão sobre o que é melhor: jogar feio e pragmático e ganhar os jogos como defendia o ex-técnico da seleção brasileira Dunga ou jogar bonito e se arriscar a perder os jogos, como pregam os mais puristas e saudosistas, que viram não times maravilhosos como o próprio Santos na década de 60, considerado por muitos o maior time do mundo em todos os tempos, o Flamengo campeão mundial de 81, o Palmeiras na época da A

Mano começa a esperada renovação da Seleção Brasileira

A recusa de Murici Ramalho em assumir o comando da seleção brasileira e o consequente convite para Mano Menezes, que era a segunda opção, acabou escrevendo a história certa por linhas tortas, colocando no comando da nossa seleção, um ótimo treinador, articulado, educado, sabendo respeitar para ser respeitado e com bom relacionamento com a imprensa.

Final de Copa: é hora de voltar ao bom e velho Campeonato Brasileiro

Encerradas as emoções da Copa do Mundo, se é que se pode chamar assim estamos de volta ao Campeonato Brasileiro, e de volta às emoções locais, ao torcedor que na verdade quer mesmo é vibrar com o seu time do coração, ir ao estádio, torcer, sofrer e independente do resultado, voltar no próximo jogo e começar tudo de novo.

Fim de uma Copa do Mundo de baixo nível técnico

Talvez, desde 1.994 não tínhamos uma Copa do Mundo de tão baixo nível técnico como esta que terminou recentemente, na Àfrica do Sul. São vários os motivos pelos quais o nível foi tão ruim: começando pelas tremendas decepções que representaram as campanhas de algumas seleções que chegaram para o mundial como favoritas ao título, casos de Argentina, Inglaterra e principalmente o nosso Brasil de Dunga, com os Josués, Graffites, Donis e Júlios Baptista da vida.

A diferença de treinadores estrategistas e ex- boleiros nesta copa

Há muito tempo se discute a nova ordem estabelecida no futebol brasileiro de uns anos para cá, com a onda de apenas ex-jogadores comandarem as equipes de futebol ou pelo menos a grande maioria delas, não só no Brasil mas também em quase todos os países do mundo.

A Copa do Mundo das surpresas e do pouco futebol

Com o final da primeira fase da Copa do Mundo, na Àfrica do Sul, fica a certeza de que teremos uma das Copas mais fracas de todos os tempos tecnicamente. Não dá para explicar exatamente o porque do desempenho abaixo da expectativa de seleções que se classificaram para o mundial, praticando um futebol de encher os olhos, casos específicos de Espanha, Alemanha, Inglaterra e Holanda, isso sem contar a Itália, tetra-campeã mundial e que também apresentou um futebol decepcionante nesta Copa do Mundo.

O mundo todo respira Copa

A bola já está rolando na Àfrica do Sul para a Copa do Mundo de número 13 e até o dia 11 de julho, os olhos do mundo todo estarão voltados para a competição que a cada 4 anos faz com que esqueçamos problemas, dívidas, encrencas e outras coisas mais, para acompanhar os jogos da Copa, a única competição esportiva do planeta que consegue uma mobilização impressionante.

A Nova Era Dunga terá seu teste final

A conquista da Copa do Mundo de 94, nos Estados Unidos, ficou marcada como a conquista da “ era Dunga”, uma referência ao estilo de jogo do capitão da seleção brasileira naquela copa. Dunga era bom jogador, marcador duro, um líder nato e que sabia comandar, dentro de campo, um time que tinha muitas estrelas, sendo a mais reluzente de todas, Romário, eleito naquele ano, o melhor jogador de futebol da copa e do planeta.