Lixo

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Em 2008 já me preocupava com a questão Lixo tecnológico, muito antes do tema virar moda, quando essa discussão ainda começava; acompanhei pelos mais diversos sites de notícias que a quantidade crescente de resíduos sólidos vindos de aparelhos eletroeletrônicos conhecidos como lixo tecnológico não demoraria tornar-se também problema para o nosso país.
A facilidade, cada vez maior, em se adquirir equipamentos eletroeletrônicos novos, tornou inviável a prática de consertá-los. Esse fenômeno é comum em países mais adiantados tecnologicamente, neles toneladas e mais toneladas de resíduos sólidos gerados pelo descarte de computadores, monitores, mouses, teclados, dentre outros componentes, se transformaram no grande pesadelo do século. Foi exatamente por essa razão que no Paraná a Lei que trata desse tema é de minha autoria (Lei nº 16.212/2009) e se não me falha a memória foi a primeira, como pioneira serviu de modelo e foi copiada por outros estados.
Hoje, quase que diariamente, as principais páginas dos nossos jornais tratam dessa questão, mas mesmo assim raramente sou citado, provavelmente porque sou pastor da igreja Universal do Reino de Deus ou porque a mídia de modo geral entende que só dá ibope enfatizar os deslizes dos políticos, jamais destacar qualquer ação positiva independentemente de qual for o político.
Mesmo não lembrado pela mídia, o que importa é a parcela de contribuição dada por mim, por isso repito sempre “é desta forma, e não apenas na hora de pedir voto, que um deputado demonstra seu amor ao Paraná, seu respeito por aqueles que o elegeram e, acima de tudo, o compromisso com Deus.”

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