Liberalização da maconha

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Ocupo este meu espaço para levantar uma questão, mais que polêmica alardeada nos últimos dias pela imprensa de todo país, a liberação do uso da maconha no Brasil, defendida por anônimos de várias classes sociais e até mesmo por conhecidos e famosos como é o caso do ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso.

Na minha modesta opinião, ao contrário do que pregam os defensores da medida, a liberação do uso de qualquer tipo de droga no país não irá reduzir o consumo e nem o tráfico, irá sim, trazer o aumento do consumo da droga, por exemplo, já está provado através de estatísticas que o consumo de álcool, droga considerada lícita, só aumenta a cada dia e já é a segunda doença que mais mata no mundo, além da visível destruição causada dizimando vidas e milhões de famílias em todo o planeta. Sou totalmente contrário a liberação do uso da maconha por acreditar que está medida não ajudará a diminuir o tráfico nem a violência, até porque já está provado que a maconha é a porta de entrada para o uso de drogas piores e com maior poder de destruição.

Necessitamos urgentemente que os governos municipais, estaduais e federal unam forças no sentido de, criar e apoiar a realização de campanhas agressivas compostas de peças publicitárias que choquem, combatendo o uso de qualquer tipo de droga, seja ela lícita ou ilícita, sabemos que hoje os dados da destruição causada pelas drogas são pouco divulgados e os seus terríveis danos praticamente omitidos.

Forte abraço e que Deus os abençoe abundantemente.

Pr Edson Praczyk
Deputado Estadual

Ficar debatendo, ofendendo,

Ficar debatendo, ofendendo, criticando, não vai levar a nada. Infelizmente vivemos num país de hipócritas, que deveriam cuidar mais da educação das crianças, preparar melhor seus educadores. Quem usa droga, usa porque quer, assim como cada um tem o direito de escolher sua opção sexual, tem também o direito de escolher se quer ou não usar.

Meu pai morreu de cancer de tanto fumar cigarro, meu tio morreu de cirrose de tanto beber, eles e mais milhões de pessoas morreram e morrerão por causa da bebida e do cigarro que são rogas lícitas, e porque não são proibidas? Deve ser por causa do imposto que é muito alto, e o governo fatura muito.

Eu não acredito que o governo esteja preocupado com a saúde do usuário, e sim com as despesas que  vão ter em decorrência da liberação da maconha.

Engraçado que tem  gente falando que é um crime absurdo, terrível liberar o uso da maconha, enquanto abusa de crianças e menores de idade sem ter usado nenhuma droga... 

Salve aí meu irmãozinho, como

Salve aí meu irmãozinho, como é que é, tudo certinho???!!!

Vejo a hipocresia como algo inerente ao ser humano. Já a questão da pessoa opcionar por isso ou por aquilo, creio que se tenha que considerar vários fatores, por exemplo: satisfação, risco de vida e principalmente o fator espiritual, aí depende da verdade de cada um.

Mas é isso aí brother, também vejo a maconha como algo prejudicial à sociedade, além do que é proibida. Quem optar em usa-la, deve ter a consciência de que corre o risco de sofrer as devidas sanções impostas pela lei vigente, pelo menos por enquanto.

Valeu gente boa, esta é minha opinião.

Grande abraço.

A TEORIA DA ESCALADA OU DA

A TEORIA DA ESCALADA OU DA PORTA DE ENTRADA

A Teoria da Escalada ou gateway model é um dos modelos que tenho estudado e que mais se popularizou e ganhou destaque, e este modelo foi introduzido por Kandel (na obra: Stages in adolescent involvement in drug use.Science: 1975), a partir de suas observações com alunos do ensino médio na cidade de Nova Iorque.

Na época, detectou que cerca de um quarto daqueles que experimentavam cumulativamente álcool, cigarro e maconha evoluíam para o consumo de outras drogas.

Em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, no período de 1991 e 1994, a partir de levantamentos censitários domiciliares do governo, foram investigadas mais de sessenta e cinco mil adolescentes.          

            Os resultados são:

§        Entre os que tiveram ao menos uma experiência com álcool ou tabaco, quase 30% já haviam consumido maconha durante o curso da vida;

§        O consumo de cocaína acometia cerca de 15% dos usuários de álcool ou tabaco e quase 30%, dos usuários prévios de maconha;

§        Entre os que nunca haviam utilizado álcool ou tabaco, a experiência com maconha estava presente em menos de 1% dos adolescentes;

§        Já o consumo de cocaína foi de 1% entre os que nunca beberam ou fumaram e menor do que 0,5% entre os que nunca fumaram maconha.

§         Após a primeira oportunidade, 90% dos adolescentes-usuários optam pelo consumo de maconha, num intervalo médio de um ano;

§        Entre os não-usuários, 25% experimentam a substância, num intervalo médio de 5 anos após a primeira exposição;

§        Em comparação com os não-usuários de álcool, tabaco e maconha, o risco de exposição à cocaína aumenta conforme a experiência prévia com drogas lícitas, maconha ou ambas.

            Nesse sentido, fica claro que o consumo de drogas aumenta a probabilidade de exposição para a transição ao próximo estágio, ou seja, para outras drogas com maior potencial ofensivo.

            Essa seqüência é confirmada, uma vez que o consumo de álcool ou tabaco não aumenta significativamente o risco para o consumo de cocaína, mas aumentou significativamente após o aparecimento do consumo de maconha.

            O estudo demonstra que a teoria da escalada do álcool para a maconha foi válida para um quarto dos adolescentes. Da maconha para a cocaína, a teoria abrangeu cerca de 10% dos adolescentes, o que significa que o consumo gradativo (ou em estágios) empurra os indivíduos em direção a drogas de potencial de dependência maiores (como a cocaína e o crack).

            Algumas evidências mostram que as condições familiares, sócio-econômicas e culturais influem na aquisição de padrões de consumo com maior gravidade e marginalidade. Essa consiste em uma das condições perigosas que levam um adolescente a beber ou fumar na tenra idade, ou seja, é um sinal de alerta.

            Diante desse aspecto, vai a pergunta: por que despender tempo e esforço com a militância frente à descriminalização da maconha para uso recreativo?

Ao invés desse esforço poderíamos nos concentrar em organizar trabalhos sociais e comunitários para o reforço de fatores de proteção para o indivíduo, família e escola.

Creio que vale a pena pensar nisso!

A RELAÇÃO DE MERCADO: O QUE

A RELAÇÃO DE MERCADO: O QUE HÁ POR TRÁS DA LIBERAÇÃO DA MACONHA

Um dos argumentos adotados pelos canabistas (pessoas que tem interesse no consumo recreativo e medicinal de maconha) é que com a liberação do uso de maconha o tráfico de drogas (referente à maconha) diminuiria acentuadamente, considerando que a maconha é a droga ilegal mais usada no mundo e no Brasil.

Contudo, essa hipótese não é válida!

Isso pode ser facilmente comprovada pelas leis de mercado (oferta e procura), uma vez que o comércio das drogas segue a mesma conexão mercadológica.

No que se refere ao sujeito, o mercado trabalha com basicamente com dois fatores subjetivos, no que refere a aquisição de algo: a volição (anseio, vontade, desejo) e a necessidade (de ter, possuir, ou usar algo). Isso é utilizado para a aquisição de bens (comprar um caro novo, uma TV sofisticada, nova casa, etc.) ou serviço (ir ao cinema, teatro, TV à cabo ou satélite, etc.).

Com a droga, o fenômeno ocorre de forma parecida, todavia, em âmbito eminentemente orgânico e psicológico! Importante deixar claro que há uma identificação de seqüência de uso de drogas, no período que corresponde da adolescência à idade adulta, na área da pesquisa.

Em uma pesquisa com 31 (trinta e um) usuários e ex-usuários de crack, realizada na cidade de São Paulo/SP, com homens, usuários de crack com 18 anos ou mais de classe média ou baixa.A maioria dos pacientes tinha pouca escolaridade, eram desempregados e não exerciam trabalhos formais.

Foram identificadas nessas pessoas duas fases diferentes para a progressão do uso de drogas. A primeira com drogas lícitas, em que o álcool e o tabaco foram os mais citados. Maconha foi a primeira droga da segunda fase (droga ilícita) e teve como justificativa a busca de prazer.

Duas diferentes progressões foram identificadas de acordo com a idade de início para o uso: entre os jovens com idade menor que trinta anos a progressão foi: tabaco e o álcool, maconha, cocaína inalada e crack e, entre os mais velhos (idade maior que trinta anos) tabaco e o álcool, maconha, medicamento intravenoso, cocaína inalada, cocaína intravenosa e crack.

Nesse sentido, com a liberação da droga no Brasil, poderemos trabalhar com a hipótese que ao liberar o uso legal da maconha haverá a conseqüente substituição por outras drogas e o apelo de mercado poderá ser ainda mais agressivo.

O EFEITO DAS DROGAS E DA

O EFEITO DAS DROGAS E DA MACONHA NO ORGANISMO HUMANO

As drogas no organismo humano, ressalvando-se as suas características peculiares (cocaína, crack, solventes ou inalantes, tabaco, álcool, etc.), de acordo com SUCAR (Formação de multiplicadores de informações preventivas sobre drogas. Florianópolis: UFSC, 2002.), independente de suas diferenças químicas e de atuação, produzem um efeito comum.

Esse efeito é caracterizado pela elevação, num dado momento, das concentrações dos principais neurotransmissores cerebrais (serotonina, noradrenalina e dopamina) que provocam o aumento da liberação das endorfinas cerebrais, responsáveis pela ampliação da sensação de prazer, sendo os demais fatores coadjuvantes reforçadores e condicionadores para o ato repetitivo de busca e utilização das substâncias de forma abusiva e, por vezes, gradativa, que é a grande preocupação da medicina no que se refere à prevenção primária ao uso de drogas e do tratamento de dependentes químicos.

A maconha é, de acordo com pesquisas nacionais e internacionais, a droga ilícita mais utilizada. Seu uso tem ocorrido há séculos para fins recreacionais e medicinais e, por ser amplamente consumida em todo o mundo, nenhuma droga de abuso provoca mais controvérsia do que a cannabis sativa (cannabis), ficando atrás do consumo de álcool e de cigarros.

A cannabis pode produzir vários efeitos em seus consumidores: euforia, disforia, sedação, alteração da percepção do tempo, aumento da interferência na atenção seletiva e no tempo de reação, alteração nas funções sensoriais, prejuízo do controle motor, do aprendizado e prejuízo transitório na memória de curto prazo, além de efeitos neurovegetativos como boca seca, taquicardia e hipotensão postural. Pode ainda incluir crises de ansiedade, ataques de pânico e alguns sintomas psicóticos.

A planta cannabis sativa possui mais de 400 componentes, sendo que aproximadamente 60 deles são componentes canabinóides. O principal constituinte psicoativo da cannabis é o D9-tetrahidrocanabinol (D9-THC).

As pesquisas utilizando-se as técnicas de neuroimagem  poderão ajudar no entendimento das bases de estudos neurológicos dos efeitos agudos e crônicos da cannabis e dos canabinóides. Os estudos dos efeitos da maconha no organismo, não são conclusivos, pois há a falta de mais pesquisas nesse campo. Mas, liminarmente, sabe-se que os efeitos orgânicos da cannabis são maiores do que os do tabaco, e os efeitos sociais e cognitivos (memória, resolução de problema, raciocínio e outros) podem comprometer de maneira significativa os seus usuários.

SOBRE A LEGISLAÇÃO SOBRE

SOBRE A LEGISLAÇÃO SOBRE DROGAS

Para entendermos um pouco sobre a ampla questão da discussão sobre a liberação do consumo da maconha no Brasil, podemos adotar como ponto de partida alguns aspectos que mais ressaltam a nova legislação brasileira que trata diretamente desse estudo: drogas – lícitas e ilícitas.

O prenúncio da descriminalização das drogas no Brasil está inserido na Nova Lei Sobre Drogas no Brasil (Lei nº 11.343 de 2006), no artigo nº 28 (art. 28 -  quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal...), que ao contrário da Lei nº 6.368/76 altera a condição de pena restritiva de liberdade para restritiva de direitos (na nova Lei) para o usuário de qualquer tipo de substância psicoativa - droga ilegal.

Ressalta-se que a Lei 6.368, visava tão somente proporcionar uma resposta rápida e de modo punitivo, sem observar o contexto amplo da questão do tráfico, uma vez que a ponta desse tipo de comércio é o usuário (os mesmos sujeitos contemplados no Art. 16 da Lei 6.368 e da nova Lei 11.343), que na maioria dos casos é dependente químico ou psicológico e necessita de tratamento especializado.

É importante lembrar que aquele que planta para fins particulares, deixa de subsidiar o tráfico e destinar pecúnia às inconveniências sociais, o que corrobora o entendimento de que a penalidade aplicada em determinados casos ao plantador com fins individuais em tempos passados, não deveria continuar a se suceder.

Obviamente o legislador não deixou de prever pena mais grave para o plantio com fins comerciais, disposta no § 1º II do art. 33 da lei 11.343. Com a penalidade mais elevada do que a da legislação anterior, passando de 3 a 15 para 5 a 15 anos de reclusão, o plantio em série continuará com sua coerção legal plenamente efetiva, tornando-se formalmente ressalvados os casos de plantio para uso pessoal.

Contudo, esse constitui um dos fortes argumentos por parte de canabistas (sujeito que consome maconha – na condição de quem adquire, guarda, tem em depósito, transporta ou trás consigo, para consumo pessoal), para a liberação do uso recreativo da maconha.

Mas o argumento daquele que planta para fins particulares, realmente deixa de subsidiar realmente de subsidiar o tráfico? Qual o efetivo risco da liberação da maconha no Brasil? Existe a possibilidade da escalada do uso de drogas, do ponto de o sujeito gradativamente buscar drogas com maior potencial de dependência química? Se isso ocorrer, a maconha se constitui como risco potencial e contribuinte para o uso de drogas que causem dependência química e psicológica?

Antes de defendermos quaisquer argumentos, se a favor ou contra, torna-se importante realizarmos um estudo minucioso do cenário da saúde pública brasileira, política de redução da oferta e demanda de drogas, estudos científicos sobre o assunto, questões religiosas e de costumes da sociedade, dentre outros fatores que, antes de mais nada, são importantes para não beneficiar pontos de vista equivocados.

 

Olá pastor, que bacana ver um

Olá pastor, que bacana ver um Pastor, cujo nome Pastor é de guia de Deus... E comentendo descriminação, ensinando aos seus seguidores a ser descriminadores, a terem pré-conceitos, sobre o consumidor de cannabis sativa... Isso mostra o seu caráter quanto Pastor e como homem, que é igual aos outros e julga a cannabis como algo ruim, pois seus pais lhe ensinaram isso. Enfim, está erroneamente enganado pastor. Pois na bíblia se diz...

 

Genesis:

 

Produza a Terra, erva verde, erva que de semente, e que dê fruto segundo sua espécie, e assim foi, ...

E VIU DEUS QUE ERA BOM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Só que infelizmente, os seus antepassados o taparam da sua visão... mais não se preocupe, houve comigo, e enquanto você fizer o mal as pessoas você é um pecador... e o pecador não chega diante do Senhor...

 

Enquanto a muito mais o que fazer, diminuir a criação de gado para com o efeito estufa...

 

Infelizmente o senhor é um candidato comum, cuja idéia é continuar como está, com favelas com violência... enfim... Não se esqueça! "Mais fácil um camelo num buraco duma agulha do que um rico, entrar no reino dos Céus, Pois estreito é o Caminho da Glória, e Largo é O Caminho da Perdição. A Prosperidade, não provém de bens materias e sim de Sabedoria!"

 

Palavra de Jesus Cristo!

Senhor anônimo não postei

Senhor anônimo não postei antes, devido à campanha eleitoral e porque seria necessário atenção especial além de que responder de qualquer maneira não faz parte do meu perfil.

Respeito seu posicionamento, apesar de estar repleto de graves equívocos. Inicialmente, tomando como base o significado literal das palavras em seu texto, você escreveu "um Pastor cujo nome Pastor é de guia de Deus...", o significado de pastor é "aquele que guarda, guia e apascenta", portanto, é um absurdo afirmar que sou "guia de Deus", salvo a má redação ser consequência do uso inadequado da sua apreciada Cannabis Sativa.

Você afirma que cometo descriminação, pois bem, essa palavra diz respeito ao ato de descriminar, ou seja, tirar a culpa, absolver do crime cometido, quando, creio eu, a sua intenção foi escrever discriminar, ou seja, separar, distinguir, ato de colocar algo ou alguém à parte, preconceito, etc.

Como pastor, ou enquanto pastor, jamais poderia pregar ou ensinar quem quer que seja a prática da discriminação, pelo contrário, ensina-nos a palavra de Deus "Vinde a mim todos...", quer dizer, sem exceção. Além do mais, o Senhor Jesus deixou-nos bem claro que Ele ama o pecador e odeia o pecado.

Sou pastor da Igreja Universal há mais de 28 anos, ao longo do meu ministério, cuidadosamente assisti aos mais diversos casos de dependência química, crianças, jovens e adultos cujas vidas foram literalmente destruídas pelo uso dessas substâncias, inclusive da maconha. É com base nessa experiência que afirmo, sim, que muito maiores são os danos do que os "benefícios".

Quanto à utilização do texto bíblico de Gêneseis, mais precisamente, capítulo 1, versículos 11 e 12, é notório o seu fraco conhecimento bíblico e a má intenção em distorcer, por conveniência, a palavra de Deus. Segundo o relato bíblico, é óbvia e clara a intenção divina em determinar a produção de erva (vegetais) que dêem sementes para continuar reproduzindo frutos para alimentação da espécie humana. Portanto, nesta linha de raciocínio, o fruto da macieira é a maçã, o fruto da bananeira é a banana, o fruto da laranjeira é laranja e da maconha, qual é?

Os demais comentários são tão confusos que dificultam até a resposta, sugiro que, nas próximas postagens, se houver, não o faça de forma anônima e muito menos sob o efeito da erva.

Finalmente, a última passagem bíblica por você postada, "é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino dos céus" Mateus 19.24 nada tem a ver com tudo o que você escreveu anteriormente; conforme o próprio texto, Jesus fez a crítica severa àqueles que confiam mais nas riquezas do que em Deus.

Como o ser humano é criativo,

Como o ser humano é criativo, essa postagem me fez rir muito, pois a pessoa que escreve faz parecer a defesa séria. Muito hilário, copiei e enviei tanto o texto como o link para todos os meus amigos.

Fazia tempo que não ria tanto, principalmente quando ele afirm

"E VIU DEUS QUE ERA BOM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!"

Essa é a prova literal que se não formos cultos e informados da verdade, existem pessoas que têm a capacidade de distorcer um texto (texto sem contexto e pretexto para mentiras) a ponto de enganar e persuadir inocentes.

Apesar da seriedade do tema aboradado pelo Pr Edson foi muito hilário.

Comentários sobre o seu

Comentários sobre o seu texto:

Primeiramente gostaria de expressar o respeito pela sua opinião pessoal, como indivíduo pensante e temente a Deus.

Mas como também sou pensante e temente a Deus gostaria de externar o meu pensamento sobre os fatos.

Nós (os humanos) nos atemos em desesperadamente em achar respostas sobre as mais diversas questões e as vezes a busca incessante por respostas nos levam a esquecer quais eram mesmo as perguntas.

1° Qual a função do estado?
R. Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;
II - garantir o desenvolvimento nacional;
III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

vamos atentar ao paragrafo I
I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

Sociedade livre - Sociedade onde os INDIVIDUOS possam ser LIVRES e que vivam de forma JUSTA e SOLIDARIA.

Bem segundo o dicionário Priberam (http://www.priberam.pt/)
Liberdade
s. f. 1. Direito de proceder conforme nos pareça, contanto que esse direito não vá contra o direito de outrem.

Justiça
s. f. 1. Prática e exercício do que é de direito. (Note que a liberdade é um direito)

Solidario
adj. Que tem interesses e responsabilidade mútua.

Em suma o Estado (leia-se TODOS nós) tem a OBRIGAÇÃO de zelar pela liberdade individual do cidadão. Já avançamos muito nessa area, mas precisamos avançar muito mais (DEUS criou o homem e deu LIVRE-ARBITRIO para ele e guardou para si o DIREITO de julgar cada individuo segundo as suas escolhas pessoais durante a vida). A sociedade tem que garantir a liberdade individual de cada um, desde é claro, que os atos do individuo não atentem contra a vida e ao bem comum.

2° Proibir inibe o consumo?
Olhando a minha volta posso afirmar categoricamente. Não.
é muito facil hoje em dia encontrar qualquer substancia que se queira usar. Nas escolas, nas ruas, pelo telefone. é só querer. Consome quem quer e o que quer seja licito ou não licito. Essa é a realidade. Campanhas de concientização sobre as drogas é o que deveria estar sendo feito com os milhões de reais jogados fora todos os anos na war on drugs - guerras das drogas. Tente ver a figura completa. Porque existe um almento do consumo de alcool? É porque ele é licito ou porque a sociedade enfrenta uma grave crise onde os valores sociais são esquecidos e as pessoas não encontram um "norte" para as suas vidas? Em nome do DINHEIRO as pessoas trabalham cada vez mais e tem cada vez menos tempo para a FAMILIA e para a sociedade. As crianças não recebem valores de seus pais (na verdade essa geração de pais já não temvalores bem definidos) e ficam perdidinhas no mundo de Deus. Dai sim vão atrás dos valores do grupo (amigos, colegas da rua, colegio, etc) e acabam abusando do alcool, tabaco, maconha, etc. Quer proteger a familia? Então lute contra esse consumismo exagerado que é bombardeado todos os dias pela midia (que ganha dinheiro através de comerciais e propaganda). Isso sim seria um grande favor a sociedade.

3° Porque é proibido?
Porque é um mal social que carrega nossas crianças para o abismo. Bem, pelo jeito que é colocado parece que as drogas são um demonio que deve ser combatido. Mas elas foram proibidas apenas no sec XX!!! Antes disso elas podiam ser consumidas livremente! É sério! E nem por isso antes do sec. XX a sociedade estava condenada, com seus filhos andando nas ruas como zumbis. Porque será? Antes disso as cadeias não eram superlotadas, policia não matava traficante e traficante não matava policia. A violência não era generalizada como nos dias de hoje. Nem existia traficante, como a gente concebe. A pergunta que fica: Proibir ajudou nossa sociedade de alguma forma? Ou só criou mais problemas?
Quem começou essa historia foi os EUA com a sua politica anti drogas dos anos 10 (1910). A maconha foi incluida nessa historia porque era muito consumida por mexicanos e estes estavam em imigração em massa para os EUA aquela época. Assim proibindo a cannabis automaticamente marginalizava-se esse povo. Durante as decadas seguintes existiram dezenas de trabalhos cientificos que constataram que a maconha não era aquilo que a propaganda americana mostrava. Mas ai o estrago já estava feito, no mundo. Hoje 25 estados americanos já tem o uso da cannabis permitido de uma forma ou de outra (geralmente medicinal). Canadá é tolerante ao uso da Cannabis. Varios paises da Europa descrimilizaram o seu uso (e de varias outras substancias também) e mais recentemente a Argentina descriminalizou o uso de drogas desde que seja em ambiente privado e sem causar danos a terceiros ( o melhor modelo na minha humilde opinião. É engraçado, no Brasil você pode se autoflagelar em casa, se quiser que não é crime, mas se for visto por um policial fumando um cigarro de maconha ele pode invadir a sua casa e dar voz de prisão. Estranho não acha?). Será que os governantes desses paises são completamente loucos e querem a destruição de suas sociedades ou será que eles enxergaram através da histeria coletiva e observaram que o remedio mata mais do que a doença?

3° Cannabis faz mal?
Sim e não. Tudo faz mal sim e não. Se você fumar um cigarro de maconha estará ingerindo monoxido de carbono, afetará os pulmões, se você for operar maquinas pesadas pode causar um acidente, etc. Não é a substancia que é o mal e sim os conceitos que quem faz uso dela. Como o caso de quem bebe e sai dirigindo. Não é culpa do alcool em si, mas de quem faz uso da substancia. Mas diz ai, será que proibir o alcool ajudaria? Claro que não, senão nos EUA seria proibido até hoje. Só criara uma nova classe de traficante, as bebidas não iriam ser fiscalizadas pela vigilancia sanitaria, iria ter um monte de gente morrendo por tomar metanol (e a midia iria falar em casos de overdose). Em suma iria aumentar a violencia social. Só desgracera. É isso que o senhor quer com a criminalização do alcool? acho que não. Remédio mais perigoso que a doença.

4° O que fazer?
O que deveriamos estar fazendo desde sempre. Ensinando nossas crianças como as coisas funcionam, de verdade. Não adianta fazer campanhas que "choquem" a sociedade. Estamos em um novo paradigma social Pastor. Estamos na era da internet. E os jovens tem acesso total e irrestrito a informação. De que adianta proibir que as revistarias esponham pornografia se qualquer moleque de 5 anos pode acessar um site pornografico gratuito? Não seria isso totalmente inocuo? Fazer uma campanha alarmista apenas aumenta a histeria social. E para quem está com o desejo de experimentar qualquer substancia, vai até a internet, lê os prós e contras sobre tal coisa e julga se é perigoso ou não, por si só.

"Aproximou-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar, e sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. E o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só Deus, e que não há outro além dele; E que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios. E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E já ninguém ousava perguntar-lhe mais nada. (MAR 12:28-34)

Será que impor a propria vontade sobre o outro é amar o outro?
Respeito, compreensão e tolerancia não seriam melhores? Amor trás o amor. Violência trás violencia.

Fique com Deus

o sr. usou diversas vezes a

o sr. usou diversas vezes a expressão 'está provado', mas não provou nada. Quando as pessoas defendem a liberalização, no mínimo, são humildes e argu,entam em favor da razão e da lógica, e não saem empurrando goela abaixo fatos pseudo-empíricos que podem ou não ter alguma relação com a realidade. Este é um artigo passional, com fins políticos e sem nenhum embasamento.

Há um velho ditado popular

Há um velho ditado popular que diz: "o pior cego é aquele que não quer ver."

As necesidades do ser Humano

As necesidades do ser Humano são
Respirar, Comer, Beber Agua,
não existe necessidades de drogas, esse comportamento é totalmente desnecessario.
si não incomodase ninguem ainda mais sempre existem acidentes por culpa do alcool e droga.

Saudações a todos, gostaria

Saudações a todos, gostaria de expor alguns pontos de concordância em relação as opiniões ja postadas.

A liberdade é um ponto fundamental para caracterizar um regime democrático, porem, se esta liberdade não é usada com responsabilidade, essa liberdade individual se torna um risco para a sociedade, o uso de bebidas alcoólicas exemplifica bem esta situação. Quando você toma um chope com os amigos, ou uma cerveja vendo um jogo de futebol, isso é até benéfico, pois alivia o stress e possibilita uma socialização, mas quando o individuo enche a cara e vai dirigir, ou, por estimulo da bebida se torna agressivo e comete uma agressão e até mesmo um assassinato, essa liberdade de consumir álcool se tornou danoso para as pessoas que entrarem no caminho deste bêbado.

O jovem tem curiosidade sobre as coisas, mas dizer que a culpa por ele experimentar drogas é do governo, isso é no mínimo negligenciar a falta de estrutura familiar dessas novas gerações, dizendo ao mesmo tempo que o jovem é idiotizado para não saber diferenciar o que é certo e errado.

Sou contra a legalização da maconha, assim como sou contra o álcool e o cigarro,fundamento minha opinião em estatísticas de gastos da saúde pública com doenças estimuladas pelo uso do cigarro, estatísticas de assassinatos e acidentes de trânsito envolvendo o uso de álcool, para concluir, sou contra a maconha porque esta é ilegal e quem faz uso da mesma é marginalizado porque de fato esta a margem da lei.

Enquanto a sociedade civil não possuir uma estrutura familiar que consiga dar um suporte na construção de valores dos seus filhos, uma estrutura educacional, seja esta pública ou privada, que desenvolva os princípios éticos, enfim, enquanto as pessoas usarem sua liberdade de maneira degenerada, eu sou a favor da intervenção repressiva do Estado através da polícia, porque não é justo com o cidadão que paga seus impostos, pagar por aqueles que adoecem por uso de drogas, ou pior, que tragédias por irresponsabilidade, a combinação de álcool e direção é o melhor exemplo para ilustrar este uso da liberdade sem limites.

Se houver a liberação das drogas, proponho que se o cidadão cometer alguma irregularidade sob efeito de drogas, este seja punido com muito mais rigor, ao invés de usar o efeito entorpecente das drogas como fator de amenização, este argumento será usado para condená-lo.

Sou totalmente a favor da

Sou totalmente a favor da liberação de TODAS as drogas. Não bebo, não fumo e não jogo. Acredito que a liberdade é que pode gerar o equilíbrio.
Em tempo: se quiser beber eu bebo, se quiser fumar eu fumo, se quiser jogar eu jogo.
Não concordo com a hipocrisia. O jogo é proibido no Brasil. E as lotéricas da CAIXA.

Entaum vamos deixar que um

Entaum vamos deixar que um Bebado ou drogado mate um parente seu, um filho , um pai, uma mãe,
voce não tem noção das coisas..!!

É simples... Fumo, não me

É simples...

Fumo, não me sinto um criminoso, tenho família, amigos, acredito em Deus.. É um vício, porém, não estou propenso a causar mal algum como acontece com o álcool q destrói tantas famílias nesse país, é um tabu inútil que sustentamos através de uma cultura, fútil, atrasada e antiquada, porém, justiça seja feita, a ditadura (digna de análises Kafkianas ou Freudianas talvez) em que vivemos é muito mais avançada em relação à aquela dos tempos militares, ou seja, Rede Globo e suas "ramificações" aproveitam-se da grande ignorância em massa e nos ditam o que é certo ou errado, enquanto novelas tratarem os usuários de cannabis como doentes ou criminosos a sociedade tende a nos tratar de tal forma! Um COMPLETO absurdo!

Só não quero correr risco de ser preso e viver com "relativa liberdade"!

Abraços

Caro Pastor, respeito sua

Caro Pastor, respeito sua opinião a respeito sobre a legalização da maconha, mais a liberação não é simplesmente para acabar com o tráfico de Drogas, o governo que cria as leis tem que reconhecer a maconha como um problema dele.
Quando um jovem experimenta um cigarro de maconha (como todo jovem, quer conhecer novidades), o policial vem e da um tapa na cara. Quando não é mais grave, um jovem de classe menos favorecida vai preso, é enquadrado como bandido, e acaba virando um criminoso por circunstâncias da repressão policial. A legalição não é industrialização da Droga, é o governo reconhecer que as Drogas é um problema dele, e que tem que ser tratado como tal, é um problema de saúde pública e não de segurança pública. Legalizando ou não jovens sempre iram ter um meio de conseguir a droga, que é vendida em qualquer esquina.

É claro, caro amigo, que o

É claro, caro amigo, que o problema das drogas é gigantesco, aliás, não daria para esmiuçá-lo nessas poucas linhas. Sabemos que, às custas das drogas, muita gente poderosa e influente enriquece mais e mais e que quando, através da mídia, vemos alguém preso, nunca são os chefões e sim os peixes pequenos. Mas creio piamente, que o problema é sim do governo, dos governantes, das famílias, da sociedade, das igrejas, de todos nós. Obrigado por sua participação.

Parabéns pela sua opnião,

Parabéns pela sua opnião, deputado.
COncordo totalmente com a sua opnião, ela resume todos os choques que a sociedade brasileira enfrentaria ao liberar o uso da maconha.

Quero agradecer pela sua

Quero agradecer pela sua participação, bom seria que todos da sociedade estivessem mais preocupados com esse tema, levando essa discussão mais a sério.

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