Precisamos ler maisEnviado por Pr Edson Praczyk em qua, 25/11/2009 - 11:13 |
Em minha participação diária no programa de rádio na Atalaia AM 1170 Khz, comentei com tristeza, sobre o baixíssimo índice de leitores do nosso país.
A prática de leitura espontânea ainda é muito pequena se comparado por exemplo ao Estados Unidos, eles lêem em média 11 livros por ano, quase um por mês, na França 7 livros, que é uma média muito boa, na América Latina esse índice diminui, por exemplo na Colômbia se lê 2,5 livros e infelizmente no Brasil apenas 1,3 livro por ano.
Esse baixíssimo índice é inicialmente resultado do expressivo número de analfabetos existentes no país; sou obrigado a reconhecer que houve avanços, barreiras foram vencidas em diversas áreas mas ainda temos flagrantemente muitos analfabetos no país, o que é lamentável. Observamos por esses dados, que necessitamos de políticas mais eficientes para corrigir essa situação, envolvendo a sociedade através de campanhas que motivem o brasileiro a ler.
Pensei muito como esse trabalho poderia ser feito, então me lembrei que em diversos estados, com o intenção de diminuir a sonegação, campanhas bem sucedidas foram realizadas educando o cidadão a exigir nota fiscal, essas notas eram trocadas por prêmios ou figurinhas que eram trocas por cupons para sorteio de diversas coisas, certamente todo o paranaense se lembra ou já ouviu falar das figurinhas Zequinha, pois então, que algo semelhante seja criado, para toda a sociedade despertar o bom hábito da leitura.
Sei que o brasileiro não desenvolveu a cultura do hábito de ler, ela começa na infância, lendo histórias em quadrinhos (gibis), jornais, revistas, a Bíblia, etc. aliás essa é a razão do porque o índice de analfabetos é menor no seguimento evangélico, entre eles é natural a motivação da leitura, e com certeza hoje os Estados Unidos só se destaca, graças ter sido colonizado pela Inglaterra, país de raízes evangélicas, ocasião em que foi introduzida a hábito de alfabetização dos filhos pelos pais utilizando a Bíblia, prática que popularizou-se em toda a fase do desbravamento das novas terras do velho oeste americano. Essa é minha opinião.
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